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sábado, 28 de agosto de 2010

Peça teatral Blecaute

Fomos a um evento do SEDES SAPIENTAE em Perdizes participar de um debate sobre os vários tipos de violência, mas para incrementa a discussão o evento começou com uma peça chamada “Blecaute”
A peça foi inspirada na historia de um rapaz presidiário de um reformatório, onde um homem escocês decidiu fazer uma entrevista com este jovem, o protagonista Thiago.
A historia se transformou numa peça.
Thiago vivia numa família complicada, a mãe apanhava do pai que abandonou a família quando Thiago ainda era pequeno. Mesmo sua mãe tomando conta de tudo o jovem cresceu com a presença do avô, considerado por ele a única pessoa que podia confiar. Os tempos se passam e seu avô morre por motivo de um câncer, foi ai que Thiago se sentiu mais sozinho ainda.
Na escola o rapaz sofria de bulling por ter virado gótico, estar sempre usando roupas escuras, seu estilo “diferente”e seu isolamento das outras pessoas. Por estas situações percebe - se que Thiago esta em conflito com ele mesmo.
Por estar sempre sozinho e humilhado por quem esta a sua volta, Thiago decide vira Skinhead, e com o tempo demonstra estar agressivo, e começa a bater e apanhar por puro prazer sem se importar com as dores.nesse novo contexto Thiago faz amigos em baladas é incentivado a usar droga, por estes mesmos amigos.
Certo dia Thiago chega em casa transtornado, fora de si, e quando sua mãe lhe exige explicações, ele acaba partindo pra cima dela, agredindo – a,quebrando tudo que via pela frente.
Depois de certo tempo Thiago cumpre boa parte da pena, e a juíza lhe dá uma sentença de liberdade condicional, e também lhe concede uma segunda chance. As ultimas palavras de Thiago são “Eu só queria que alguém ficasse do meu lado”.
Alem de nós, representantes do GA pantanal, estavam presentes psicólogos, assistentes sociais, filosofo (prof.º), representantes de outro projetos. No debate foram apontados outros tipos de violência como, a violência a criança.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

O OCA vai a feira !

Fomos à feira de domingo do Vila Mara para divulgar o curso OCA.
Vimos o quanto a feira é rica de pessoas criativas e carismáticas, um exemplo disso, é que encontramos um vendedor demonstrando o seu produto, bonequinhos feitos de papel no estilo mamulengo. Em sua apresentação o vendedor funcionava como uma espécie de mágico, que simulava o boneco se mexer sozinho. Com poucos recursos materiais,ao ao mesmo tempo em que encantava,conseguia ganhar dinheiro, como um vendedor, sua estratégia era revelar o truque apenas à pessoa que comprasse o produto.
Outro exemplo de simpatia, foi uma vendedora de CDs gospel, encontrada durante o percurso, que ficou tão entusiasmada ao ouvir do projeto, que resolveu pedir alguns panfletos para divulgar em sua comunidade, como ela mesmo disse:”coisa boa tem de ser levada para a comunidade !”.
O trajeto alem de ser feito na feira, foi feito também em comércios, onde achamos jovens acima de vinte anos, que demonstraram ter interesse em fazer o projeto.
Mesmo o Vila Mara estando tão próximo do Jd. Pantanal, percebemos o quanto ainda há resistência dos moradores em conhecer o Pantanal, porque ainda há o estereotipo de que o bairro é um lugar sem cultura, e que abriga pessoas violentas, no entanto sabemos que a verdade não é essa, pois a maioria são trabalhadores honestos. Exemplo disso são alguns moradores do Jd. Pantanal que se interligam com o Vila Mara e vice versa, por causa da feira.
A divulgação na feira foi uma experiência inovadora, pois ainda não havíamos mostrado o OCA ao publico da feira do Vila Mara.